Flores de Dona Vicença
Não se sabe ao certo quando é que o homem começou a usar flor na lapela, em ocasiões especiais, como por exemplo no dia do seu casamento, se bem que haja quem diga que o hábito vem do século XIX […]
Não se sabe ao certo quando é que o homem começou a usar flor na lapela, em ocasiões especiais, como por exemplo no dia do seu casamento, se bem que haja quem diga que o hábito vem do século XIX […]
Nelas há quem concentre a sua dor, esperança e gratidão. São imagens sacras e não só, vindas de todas as Catedrais do país, ilhas incluídas, até de algumas que foram e já não o são, como a de Pinhel e […]
Podia ser Lisboa a pintar-se de lilás, que em chegando a Primavera é certo que os jacarandás da cidade, e tantos são, começam a dar flor. Mas foi em Estremoz que me deixei surpreender por tamanha glória, ao ver que […]
A barragem não teria mais de um hectare e meio de água, quando comprámos a herdade há três anos. Sabiamo-la cheia de achigã, peixe de água doce muito apreciado por estas bandas. Com a inclemência do passado Verão, e meses […]
Destaca-se intramuros pelo tapete de relva sempre aparado, gosto do seu cheiro depois de cortado, e pelos canteiros, que o orlam, agora floridos num triunfo de cores e olores. Misturam-se flores e plantas de aromas, entre rosas vermelhas, brancas e […]
Disse que sim sem pensar, era daqueles desafios que nunca me haviam passado pela cabeça uma vez que há muito estava entregue à Teresa, tendo-se-lhe colado à pele de tal modo que já não o imaginávamos sem ela. Lembrei-me então […]
“Enjoy the day!” – era o que mais se ouvia da boca dos polícias britânicos, e se eram aos magotes, sempre de sorriso nos lábios e prontos a esclarecer qualquer dúvida. Windsor foi por estes dias uma cidade em festa, […]
Em 2011 estreava-me na apresentação de um casamento real, o de William e Kate Middleton, em Londres, integrando uma equipa de jornalistas dirigida pela Judite Sousa e constituída pela Raquel Matos-Cruz, Cristina Reyna e Júlio Magalhães. Também a Felipa Garnel, […]
O sol ainda não dói na pele, antes a acaricia numa dolência tépida, o chão cobre-se de verde farto e gordo, para pasto do ovelhame. Toda a planície se veste do roxo dos lírios, do amarelo das serralhas e malmequeres, […]