O restaurante de que se fala!

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O restaurante de que se fala!

Porque será?! Dirão alguns porque tem um “je ne sais quoi!”, que é como quem diz, traduzindo do francês, qualquer coisa que o distingue. A expressão (“je ne sais quoi”) é, aliás, usada sempre na positiva quando não se sabe ao certo definir esse “qualquer coisa” que faz a diferença. Comecemos pelo nome, propositada e engenhosamente, a remeter-nos para a expressão, que o próprio Teatro Tivoli, onde este projecto se insere, quando inaugurado em 1925 segundo obra de Raul Lino, e por vontade do seu proprietário Lima Mayer (cultor das artes e do bom gosto, e imortalizado num busto à entrada do restaurante) pretendia ser uma sala de espectáculos marcada pelo clássico estilo francês. Onde antes era o bar do Teatro nasceu agora um dos mais belos espaços de restauração da capital, através do talento e sofisticação de Lázaro Rosa-Violán, conceituado arquitecto catalão, na actualidade, talvez mesmo o mais internacional. As telas originais que vestiam as paredes do antigo bar do Teatro continuam a dominar o espaço conferindo-lhe uma solene dignidade, balanceada agora pelos vidros espelhados, mármores e outros depurados materiais usados no atavio das meses e na decoração em geral. A cozinha segue o resto: elegante, saborosa, bem confeccionada, baseada no conceito da partilha. Os pratos chegam à mesa em dose suficiente para que provemos de tudo. Saber que posso comer a qualquer hora do dia também me agrada, dada a raridade do alargamento de horário, e como se isso não bastasse ainda posso optar pelo piso intermédio, abaixo do restaurante, ou seja pelo “Delibar”, onde a decoração é diferente mas de novo estonteante de elegância e o conceito é o da barra. Não faltam ostras para quem gosta e até um “hotdog” de lavagante, dizem que uma verdadeira especialidade. Havemos de provar, já que me tornei um cliente fiel. Também há “macarrons” e outros mimos da superior pastelaria francesa, com a chancela “Ladurée”, num balcão à saída, ou à entrada depende das voltas, mas confesso que por essas gulodices me perco no sítio devido, ou seja em Paris, e idêntica “aversão” teria se me dessem a provar um pastel de nata em Istambul. Não que a marca não mereça até um escrito à parte, dada a sua história e glamour, ficando por isso, e para isso, a aguardar a abertura do prometido salão de chá, que agora é o que falta para que o complexo do grupo “Amorim Luxury”, na Avenida da Liberdade, onde foram investidos cerca de quatro milhões de euros, fique completo.

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Av. da Liberdade 182-184

Lisboa

Telefone 21 936 9900

Aberto de segunda a quinta-feira das 10:00 às 00:00

Sexta e sábado das 10.00 às 2.00

Fecha aos domingos.

11 comentários a “O restaurante de que se fala!

  1. Helena Carvalho

    Manuel luís dou-lhe os meus parabéns pela sua postura em todas as apresentações.
    Apesar de por vezes quase roçar o excesso nunca o faz, gosto…
    Sou sua fã!

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  2. Elisa Sousa

    Quando quis conhecer o JNcQUOI fui com a minha neta sentada no carrinho de bebé e lá fomos descendo a Av.
    É qdo chegamos a porta que me deparei com mais um desagradável incumprimento da lei o acesso é feito por uma escadaria que torna QQ pessoa de mobilidade reduzida ou carros de bebés impossíveis de poderem aceder ao edifício o gentil porteiro quis ajudar eu agradeci mas recusei pois essa não é a função do senhor e subi as escadas roda a roda com sacrifico evitável, para quem de direito percebesse que me estava a impedir a mim e a outros cidadãos de frequentar o edifício estive na zona da barra muito bonita e com produtos e preços perfeitamente acessíveis até pq tem um espaço de e vendas de produtos que aprecio. E estava quase a esquecer a falta de mobilidade,qando pergunto pelos restaurante dizem ser um piso acima e mais uma escadaria.recusei subir e vejo um elevador,pergunto se posso utilizar ,dizem ser de serviço, desilusão total investem centenas de milhares de euros neste lugar e noutros do do mesmo nível e não podem dispender 5a6mil euros para um elevador ou quando impossível por falta de espaço as tradicionais rampas nestes últimos anos a quantidade de restaurantes novos ou que foram remodelados é felizmente elevada e cabe as câmaras na aprovação do projecto obrigar ao cumprimento da lei .sabe que mais caríssimo,nada é feito e quando reclamamos a quem de direito ainda se acham uns exemplares profissionais .triste mentalidade está quem em lugar de aproveitar o crescimento para modernizar e incluir continua apenas a pensar no lucro imediato . O meu jnsquoi daquele espaço não é a beleza é o alegre desrespeito pelo próximo tem realmente um jnsquoi tem sim caríssimo é o jnsquoi do xique espertissimo
    Uma eterna fã de vossa excelênciaelencia

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    1. Maria Fernandes

      Tem toda a razão. Este país não é para velhos nem crianças. Quem tem pouca mobilidade fica confinado ao seu próprio espaço.
      Não se cumprem as leis e ficam impunes.
      Felicidades

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  3. Maria Emília Cunha Lopes

    D. Joana,ofendi alguém, pedi alguma coisa? Simplesmente constatei uma coisa k é verdade. Não critico ninguém por ir a esses sítios ,até acho bem,se podem acho k devem ir,disfrutam aquilo que a vida llhes dá,nem todos teem essa sorte,ou porque não lutam para isso ou então porque algo correu mal. Fiz mal em ter esse comentário já não posso apagar. A Sra por acaso conhece.me para dizer isso? Só o Manel podia dizer isso o blogue é dele. É para nós aperciarmos o k ele escreve. Eu gosto muito dele e não foi de maneira nenhuma para o ofender. Passe bem D. Joana. Bjio ao Manel

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  4. Maria Emília Cunha Lopes

    É lindo esse espaço,só que não dá para mim,se calhar nem um café dará, mas que gostava de lá ir gostava. Mas isso só pode ser para o Manel e outras pessoas assim. Não é com uma reforma de mil € para 4 pessoas k dá para isso, com despesas certas de quase 500€ k dá para essas regalias. O Manel aproveite bem o k a vida lhe oferece. Beijinho

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