Com Rodin

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A primeira vez que estive junto às obras de Rodin foi, curiosamente, em Viena e por mero acaso. Caminhando sem destino pelo centro histórico, dei de caras com uma exposição retrospectiva das mais importantes obras do escultor. Foi uma emoção, a juntar a outras (como assistir a “Don Giovanni” de Mozart, nos Jardins de Schonbrunn, com a nossa Elizabeth Matos a dar os primeiros passos nos palcos internacionais) que marcaram a minha primeira ida à capital austríaca. Mais tarde, já em Paris, revisitei as obras de Rodin, no seu museu, instalado desde 1919 no Hotel Byron, um palácio do século XVIII, de que muito haveria a contar, onde o escultor francês alugou quatro salas do rés-do-chão para aí instalar os seus ateliers, isto em 1908, acabando três anos mais tarde por ocupar e viver em todo o edifício. Ao museu voltei agora para me deslumbrar, uma vez mais, com todas as obras daquele que é tido como o pai da escultura moderna. Muitas serão icónicas como “O Pensador”, “O Beijo”, “A porta do Inferno”…, mas são os seus bustos que mais me tocam, pelo realismo e individualidade de cada um. A Arte nunca me cansa!

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6 comentários a “Com Rodin

  1. Cristina SantosCosta

    … a curiosidade levou-me um dia à Gulbenkian … foi lá que vi Rodin ou a sua arte;
    a modelagem do corpo humano como se naquelas peças de músculos definidos houvesse ainda veias e nervos e artérias e um gesto de magia lhes pudesse dar vida.
    Eu acho que “o pensador” olhou para mim de soslaio …

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