Ah, Faneca!

20140224-191009.jpg
Tenho uma gata, logo eu que sempre fui mais de cães.
Encontrei-a, já contei, na berma da estrada e por certo não vingaria, longe da mãe e sendo surda. A pouco e pouco foi-se instalando, cá em casa e na minha vida.

Não gosta de colo nem de ser agarrada. Tampouco marra ou ronrona. Gosta é de ver tudo do alto, mas parece que esse é o jeito da gataria. Se não está nas alturas é porque está atrás do fogão, já que gosta de estar com os calores, ou dentro de um pote, cesto, caixa ou mesmo gaveta. Quando assim é, encontrá-la é o cabo dos trabalhos, ademais sendo “surda que nem uma porta” não responde a chamamento algum.

Tem noites que desespero com as suas cabriolices, quando o que quero mesmo é que ela sossegue para que me possa entregar nos braços de Morfeu. Mas, mais tarde ou mais cedo, chega o momento em que nos aninhamos um no outro e juntos agarramos o sonho.

Se eu poderia viver sem a Faneca? Claro que sim, mas com ela sou (ainda) mais feliz!

20140224-191112.jpg

20140224-191123.jpg

20140224-191135.jpg

20140224-191154.jpg

20140224-191202.jpg

20140224-191211.jpg

20140224-191220.jpg

20140224-191225.jpg

20140224-191324.jpg

20140224-191331.jpg

32 comentários a “Ah, Faneca!

  1. Paula

    Manuel venha nos conhecer 🙂
    o nosso trabalho pode o ver aqui, mas ao vivo também, ajude a ajudar.
    Associação Onde ha gato em Almada.
    Já agora era importante lembrar as pessoas que tem gatinhos e cães de cor clara como a Faneca para colocarem um pouco de protector solar factor infantil nas orelhas e focinhos para evitar o cancro da pele, tem surgido tantos casos graves e esse gesto simples ajuda a evitar.
    Obrigada
    Conheça o nosso relatório de actividades 2013
    http://ondehagatonaoharato.wix.com/gato#!relatrio-de-actividades-2013/c1r4i

    Responder
  2. Maria Isaura Teixeira

    Você é o máximo…Não podia esperar melhor vindo de quem vem é um Homem com H Grande,com sentimento e Grandeza…gosto muito de si,admiro-o muuuuiiiiito!

    Responder
  3. manuela melo

    Sempre gostei de animais, desde que não sejam rastejantes, ratos ou aranhas, de resto desde o simples pardal até ao mais possante cavalo. Hoje como resolvi fazer pouco, estou aborrecida com o tempo, farta de chuva e vento, resolvi passar o tempo com o computador. Vim a esta sua página dar uma olhada e deparei-me com a sua faneca. Fartei-me de rir com a fotografia em que está de barriga para o ar. Ela tem ar de azougada mas também de felicidade. Já da cadela, ela é bonita, e a raça é engraçada, o problema é que se babam muito, brrrrr, vá sempre tratando bem dos seus bicharocos porque eles merecem. Tenha um bom fim de semana, com vento e chuva assim parece aqui por Sintra.

    Responder
  4. Andreia Andre

    Tal como tantas outras pessoas aqui escreveram, eu sou uma felino-dependente. A minha mãe desde cedo me disse que devia ter sido egípcia numa outra vida.
    Tenho duas meninas lindas em casa, a Ava e a Moon, mãe e filha, da raça Bosques da Noruega, mas para mim não interessam as raças, nem as cores, nem o pêlo curto ou longo. Interessa-me ser gato, macho ou fêmea, tanto faz. Interessa-me ama-las incondicionalmente como sei que elas me amam a mim e dar-lhes tudo o que posso para serem felizes.
    Um dia gostava que conhecesse as minha miúdas! São uns doces e uns amores, com personalidades fortes e exigentes, como qualquer felino que se prese.
    Sei que uma gata não estava nos seus planos, visto ser mais amante de cães, mas um gato “Estranha-se mas entranha-se” nas nossas vidas!
    A si Manel, eu desejo uma longa e feliz vida, para que, tal como eu, possa amar todos os seus bichinhos e adoptar mais uns quantos pelo caminho.

    Responder
  5. Fernanda Costa Pereira

    Olá Manuel
    A faneca é linda e muito parecida na cor do pelo e dos olhos com o meu Oskar Wild que partiu a 7 de Novembro de 2012 depois de uma longa vida vida de príncipe. Dono de sua dona viveu feliz, não imaginando que era eu a felizarda por ele ter entrado na minha vida.
    O que escrevi a seguir que seja tomado por uma última homenagem ao meu eterno Oskar Wild.

    Adeus, meu amigo ! …

    Bebeu lentamente dois ou três tragos de água antes de olhar para trás. Ela preparava-se para deixar a cozinha e subir ao primeiro andar. Era tarde. Em cima, na parede clara, o relógio marcava uma e vinte daquele princípio de madrugada. Viu-a arrumar a pasta de onde tirou livros e colocou outros, depois sentiu-a correr a porta da cozinha não antes de proferir “até amanhã meu menino”!
    Ele bebeu um pouco mais, depois saiu devagar, muito devagar. Não tinha pressa, nem queria ir a lugar nenhum, apenas pretendia dar uma volta. Ainda olhou para trás como que a recolher aquela imagem no meio da escuridão que conseguia ver melhor que ninguém.
    Naquela noite de chuva intensa, ninguém se atrevia a pisar a calçada só ele, única criatura, ousara sair do conforto da casa que deixara atrás onde pensava voltar em breve.
    Enquanto caminhava paulatinamente sem rumo definido, desfiando os seus pensamentos bem mais rápidos que as pernas, veio-lhe à cabeça a imagem dela. Significava muito para ele. Nunca o desiludira até uns meses atrás, quando o proibira de calcorrear à vontade pela casa mas, até isso ele relevara. Compreendia que a sua condição física se degradara muito nos últimos meses. Desde que permaneceu na clínica durante quatro dias e lhe foi diagnosticada insuficiência renal, era-lhe difícil suster a urina daí ter de se remeter a um controlo mais apertado. Ela fazia-o muito bem, permanecendo atenta aos seus movimentos.
    Embriagado com aqueles pensamentos, foi andando até as forças se esgotarem. Sentia-se fraco não comia há dia e meio. Ela bem tentara. Dera-lhe comida maravilhosa, noutros tempos devoraria tudo num instante, mas a língua inchada impedia que o fizesse. Sabia que no dia seguinte ela o levaria de novo à clínica e o deixaria por lá para ser tratado, mas alguma coisa lhe dizia que desta vez não voltaria para casa e ela ficaria triste. Não queria imaginar isto e foi por isso que saiu nessa noite para pensar numa maneira de não a fazer sofrer.
    As pernas não ajudavam e decidiu então, procurar um lugar abrigado para descansar um bocadinho e logo que tivesse novo folgo, voltaria a casa. Tinha Feito tantas vezes aquele percurso, conhecia tão bem o caminho até àquele local sossegado cheio de árvores onde o riachinho corria por baixo daquela ponte de betão, que reconheceu nele, o lugar ideal para o seu descanso. Sentou-se devagar, olhou em volta e deixou-se cair enroscando-se para tentar espantar o frio que o invadiu. Foi então que sentiu que não teria forças para regressar, pelo menos nas horas mais próximas e, se resistisse àquela noite fria e chuvosa, quem sabe de manhã, arranjasse um pouquinho de ânimo para rumar a casa. Era lá que viviam as três pessoas mais importantes da sua vida, continuava a pensar de olhos fechados: O rapaz, quando estava por casa, tratava-o bem. O pai do rapaz era um pouco mais arisco. Nunca lhe tinha feito mal, mas causava-lhe medo. Lembrou-se de repente, que a única vez que ele lhe tocara, pelo menos que se lembrasse, tinha sido no dia anterior quando tentara subir as escadas até ao quarto e ele o apanhara. Pouco lhe importava o que tinha passado pois sempre se sentiu feliz e quase sempre fez tudo o que lhe apeteceu naquela casa. Até os dois minúsculos cães lhe faziam falta agora. Sentia-se só e arrependido. Não conseguia compreender porque saiu numa noite fria e chuvosa e nada havia a fazer. Abriu os olhos mais uma vez, mas estava escuro e nada vislumbrou. Então, suavemente adormeceu.
    Ainda de olhos fechados, sentiu um calorzinho no corpo e ficou assim imóvel a apreciar. Nem mesmo o canto dos pássaros ao longe, lhe importavam mais. Descansara toda a noite e, agora que o sol voltara tentaria levantar-se devagarinho. As pernas tremiam demais para aguentar o corpo, apesar de magro e fraco. Sentou-se de novo e seus olhos de céu viram as árvores, o rio, depois a ponte, rodopiando com força à volta da sua cabeça. Sabia agora que não voltaria a casa. Lembrou-se dela e do colo onde costumava anichar-se, qual porto seguro, para descansar. Deitou-se outra vez, à espera de adormecer no desespero de não pensar mais na vida que tivera e lhe fugia agora. Ficou assim, muito quietinho, consolado com a ideia de que ela não veria o farrapo em que se transformara o seu príncipe como lhe chamara tantas vezes. Apenas esperaria, por algum tempo, que ele voltasse e, finalmente lembrá-lo-ia belo e garboso como sempre fora.
    Foi assim pensando que abriu lentamente os olhos ainda lindos e azuis, conseguiu ver farrapos de nuvens brancas a pintalgar o céu e a transformarem-se num nevoeiro cada vez mais intenso. Foi então que deixou as pálpebras pesadas poisarem muito devagar, no seu sono mais profundo.

    Homenagem a Oskar Wild (junho de 2000 a 7 (?) novembro 2012)

    Responder
  6. Emilia silva

    Que delicia é a marota da Faneca. Confesso que os meus animais preferidos são os gatos. Sempre foram. Desde que me conheço como gente, tem sempre havido um gato na minha vida. Agora tenho sete raparigas (gatinhas) cá em casa (Flor, kiti, Deca, Romã, Rute, Céu e Mel) a Céu e a Mel estão comigo há quatro meses. Foram abandonadas na mata da Machada perto de minha casa. Eram umas bébes amorosas mas agora são umas marotas fazem-me lembrar a sua faneca. Que Deus o ajude Manuel Luis para que possa fazer bem aos seus amigos que são afinal os nossos melhores amigos. BEM HAJA!.

    Responder
  7. Ana Cristina

    Olá Manel

    Adoro gatos, sou uma felinodependente.
    Nem todos os gatos são iguais, cada um tem a sua personalidade.
    Tive uma gata igual à Faneca que foi abandona pranhe e foi lá parar a casa.
    Já tinha uma siamesa, a minha raça preferida, e onde come um gato…comem dois.
    Não eram as melhores amigas mas ambas eram muito carinhosas e faziam muito ron ron e davam marradinhas. Todos os gatos que tive eram muito meigos….e nunca fizeram essas coisas que toda a gente fala, arranhar sofás, subir pelos cortinados e mobília.
    Os animais são como as crianças, precisam de ser educados.
    Actualmente não tenho nenhum gato…sinto muito a falta deles.
    Beijinhos

    Responder
  8. Dina Agante

    Bom dia

    Eu tenho 2 gatos e um filho adoptados, e sou a pessoa mais feliz do mundo.
    Compreendo a sua felicidade, e tenho a certeza que a faneca sabe a sorte que tem.
    beijinho
    D

    Responder
  9. Silvia Freitas Santos

    Olá Manuel 😀 . Também tenho uma gata, ( eu que não gostava de gatos 🙂 ) também nunca sei onde está, não é surda, mas a marota faz-se. Então arranjei uma coleirinha de princesa, com brilhantes e de cor rosa, que tem um pequenino guiso… agora, pelo barulhinho consigo sempre descobrir onde está… Ela também, não é de colo, de abraços é mto independente, gosta de andar sempre a esconder-se em tudo o que é sítio dentro de casa….Á noite, adora esperar por mim em cima da cama… Já não sei viver sem ela. Querido “Manel” um forte abracinho, e continue a ser a pessoa maravilhosa que todos adoramos.

    Responder
  10. Catarina Filipa Aflalo De Brito

    Linda!
    Um gato faz sempre falta nas nossas vidas, têm algumas particularidades que não se encontram noutros animais.
    (Eu gosto de todos!! Cães, gatos….)

    Responder
  11. Fernanda silva

    A sua Faneca é linda!

    A sua Faneca é linda! Eu adoro gatos. Tenho uma gata linda chamada Margarida, já velhota, porque a dona se queria desfaze dela e pediu-me para ficar com ela. –quando veio para a minha casa não podia nem ver a luz da rua. Esteve 4 dias sem comer nem beber, escondia-se de tal maneira que era mt difícil encontra-la. Fui-lhe tapando todos os abrigos, e abria a porta da rua, e com o tempo foi-se habituando á luz do dia que agora só quer rua. Também não gosta de ser agarrada, mas assim que me vê deitada vem logo para cima de mim. Dorme sempre comigo na cama, e muitas noites em cima das minhas costas. rebola-se muito quando chego a casa para lhe fazer umas festinhas.

    Quando vou para a minha aldeia levo-a, e ela gosta muito de andar por lá nos campos. Só peço a Deus que eu não adoeça, porque senão, não sei o que será dela porque não se chega a ninguém nem deixa que ninguém se aproxime dela. É malhada, branca, amarela é preta. Muito linda. Antes tive um Sebastião, que numa ida á rua foi atropelado. Ainda hoje choro ao pensar nele, que também era um gato incrível. Tal como diz viveria sem a Margarida, mas não seria tão feliz.

    Responder
  12. Vera

    Eu tenho uma Maggie igual à Faneca, não é surda e é humano-dependente. Adora colo, festas e quer sempre a atenção toda para ela. Há um tempo que deixou a “cabritice” de menina pois já conta com 11 anos de vida, nunca foi esterilizada nem nunca me separei dela. Amei-a no primeiro minuto em que a vi, e ao contrário de si, não imagino a minha vida sem ela e nem sei como vou viver sem ela ao meu lado daqui a uns anos. Com ela aprendi a partilhar a minha cama, o meu sofá, a oferecer o meu colo, a ser mais sensível, mais humana, mais observadora, mas acima de tudo a respeitar mais os outros e a natureza. As turras e os ron-rons ensinaram-me a dar sem esperar que tenha retorno, a ajudar sem precisar de um obrigado, a ser sem precisar de saber… Tornei-me mais paciente, mais responsável e compreensiva. Às vezes penso que é ela que me dá colo, mas como é mais pequenina tem que ficar em cima. Os animais são especiais, não precisam de ser cães, nem gatos, nem ratos… Bastam ser e existirem! Nós temos muito a aprender com eles. São muitas vezes um exemplo de sobrevivência, de resignação na luta pela espera, pelo momento seguro, pelo certo. Eles são tudo e nós nada, mesmo assim gostam de nós, não nos julgam, e esperam muito de nós! Um beijinho Manuel e obrigada por este espaço maravilhoso, adoro ler este seu blog.

    Responder
  13. Natalina Luz Porto

    Bem-Haja por ser o Senhor que é.Lindo como os seus amigos cães,gatos,passaros e todos os que possa amar incondicionalmente.A minha gratidão…

    Responder
  14. Odete Guimarães

    Tenho dois gatos. Uma siamesa, penso que pura, porque após ter sido castrada, ficou castanha, parece um chocolatinho. E um gato branco, com as orelhas e o rabo em cinzento escuro. Os gatos brancos como a gata do Goucha, são surdos, raramente miam, mas costumam ronronar. O meu parece um cão, não me larga. Dorme comigo, quando estou em casa só falta estar ao colo, mas tem que estar sempre onde eu estiver. Não imagino o dia em que qualquer um deles parta. Já me partiram alguns, mas acho que nenhum era com estes. São crianças pequenas, que só lhes falta falar. Adoro animais.

    Responder
  15. Ana Barroso

    Acredito que as pessoas que não gostam de animais não desenvolveram uma parte do seu ser respeitante ao amor. O amor que tenho aos animais em geral e aos meus em particular é um amor lindo. E vejo esse amor na sua relação com os animais, Manuel. Esse é um dos motivos que me fazem gostar tanto de si e do seu trabalho. Parabéns por ser como é.

    Responder
  16. Marisa Paulo

    Tenho a dizer que cada dia que passa gosto mais de si, humano, bondoso, amigo dos animais (como eu), excelente comunicador e sincero. Adoro gatos, tenho duas. Uma hà 12 anos desde que nasceu 🙂 a outra veio para mim em Agosto passado a pedido de uma amiga pois o marido é alérgico e tinha de ser….adaptou-se muito bem e adoro-a. A Faneca é linda, linda, linda! Parabéns por ser quem é!

    Responder
  17. maria aires

    Bem haja, eu adoro gatos, em casa tenho 3 e no quintal 60, toda a gente abandona cães e gatos à minha porta, por experiencia sei que os homens que não gostam de gatos se levarem um para casa apaixonam-se imediatamente.

    Responder
  18. Maria de Lurdes Tomás

    É muito bom ter uma boa companhia em casa,eu adoro esses nossos amiguinhos, gatos cães etc.Sempre tive animais de companhia o pior é quando eles se vão…mas tenho agora Uma cadelinha a Nina,que gosta de brincar com gatos,eles lá se entendem…..
    Desejo tudo de bom para a Faneca e Manuel,ambos fazem um lindo par…..

    Responder
  19. Raquel Guerreiro

    Boa noite Manel gatos::::: gosto deles independentes asseados soalheiros expressivos brincalhoes amigos do seu dono…se forem bem tratados .Gosto de caes e de todos os animais mas,para ter em casa e os gatos tenho uma gata de seu nome Flor que foi deitada fora com 5 dias assim disse a veterenaria, tinha de lhe dar biberon de 2 em2 horas por isso levava-a para o trabalho e de noite era a mesma festa hoje tem 9 anos e e a minha grande amiga com eles podemos ser nos porque eles sim asseitam-nos como nos somos

    Responder
  20. FÁTIMA FIGUEIREDO

    A Faneca é linda,tem uns olhos mto lindos,mas não é só a beleza que conta mas sim o gesto que o Manel teve pois todos os animais têm direito a ter uma vida digna e cheia de alegrias com os seus donos.

    Responder
  21. Graça Martins

    Como eu o compreendo. A Margarida chegou à família em 2012. Naceu no campo de golfe onde o meu marido jogava e onde o pai do dono do campo, criatura de pouco sentimento e muita maldade, lhe matou a mãe e os irmãos. A Margarida “safou-se” porque as meninas que trabalhavam no restaurante a esconderam. O meu marido viu-a e achou que eu me apaixonaria imediatamente por ela. Para mais sendo eu assumidamente uma mulher de gatos… Chegou-me a casa num domingo à tarde com a bichinha ao colo. É igualzinha à sua Faneca, excepto pelo pormenor de ter um olho de cada cor, um verde, um azul. Os olhos mais bonitos do mundo a seguir aos das minhas filhas. Adoptou-me de imediato, que os animais é que escolhem os seus donos. E eu sou dela. E ela é minha. Somos uma da outra para tudo, comer, dormir, brincar, apanhar sol… Vai de férias connosco e anda atrás de mim para todo o lado, tipo cãozinho… Se eu podia ser feliz sem a MArgarida? Podia, mas como escreveu, e muito bem, o Manel, sou muito mais feliz com ela. Embora às vezes preferisse que ela perdesse menos pêlo…

    Responder
  22. Berta Veiga

    linda demais,embora ache que não ronronar é estranho….sendo ela uma gata!mas ok,talvez por se ter adaptado a um dono,também ele excêntrico 😛

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *