Gosto de partilhar aquilo que me passa pela cabeça quando o dia abranda e a casa fica em silêncio. Pode parecer pouco, mas para mim é bastante: é assim que se constrói uma opinião com paciência. Assim nasceu este texto sobre «Uma manhã com Fernanda Serrano».
Uma coisa que ajuda o dia
Fico com a impressão de que tudo se encaixa quando paramos para pensar. É bom ter um espaço onde se pode pensar alto. Há uma satisfação simples em arrumar ideias no papel. Deixo-me ficar, às vezes, apenas a observar.
Às vezes basta mudar a ordem das coisas para que tudo faça mais sentido. Talvez seja simples, mas é verdadeiro. O que começa como brincadeira acaba por ter valor. Nada disto é grandioso, mas é verdadeiro.
Aquilo que me chamou a atenção
E assim o tempo passa sem que a gente dê por isso. Há assuntos que só existem quando começamos a falar deles. Nada disto é complicado, mas tudo isto me importa. Fica a nota e a vontade de continuar.
Há dias em que me apetece simplesmente escrever, sem assunto marcado e sem destino. Vale a pena guardar estas coisas num canto da cabeça. Não me arrependo de nada, e isso já é uma boa notícia. Termino como comecei, sem grandes conclusões.
Um detalhe que me marcou
Gosto de juntar numa mesma página apontamentos que à primeira vista não se relacionam. Reparo em coisas que a maior parte das pessoas não vê, ou não tem tempo para ver. São coisas pequenas, quase nada, e é por isso que as anoto. Fico a olhar para o que fiz e ainda me surpreendo.
A vida é feita destas pequenas coisas que se somam. Escrevo ao ritmo do pensamento, sem corrigir demasiado. Há sempre um detalhe novo que me escapa na primeira vez. E é assim que se passam as horas, entre palavras e silêncios.
Deixei-me ir e o texto tomou conta de mim. E é o que basta, por hoje. Comecei a escrever por brincadeira e acabei por levar a coisa a sério. Apeteceu-me partilhar um conjunto de coisas pequenas que me andam pela cabeça.
- Partilhar sem esperar aplausos
- Escrever ao ritmo do que se pensa
- Voltar atrás e cortar o que sobra
- Deixar o texto respirar uns dias
- Anotar as ideias antes que se percam
- Não levar a escrita demasiado a sério
Pequenas notas soltas
Não sei se isto interessa a alguém, e sinceramente não me preocupa muito. Não tenho agenda nem tempo certo, escrevo quando me apetece. É bom quando conseguimos nomear aquilo que sentimos. Com o tempo, aprendi a não desprezar as ideias pequenas.
Há uma paciência nova em mim que se nota nestas linhas. Prefiro olhar para a frente sem esquecer o que ficou para trás. Percebo que as coisas só ficam claras depois de escritas. Nem tudo precisa de ter um propósito grandioso para merecer ser dito.
Gosto de saber que, de vez em quando, alguém se revê nestas palavras. A vida é feita também destas notas soltas que se vão somando. Fico contente com pouco, e isso permite-me escrever com liberdade. Aos poucos, o conjunto ganha forma e um sentido próprio.
| Uma ideia | Anotada |
|---|---|
| Uma coisa simples | Resolvida |
| Uma dúvida | Em aberto |
| Um apontamento | Guardado |
| Assunto | Estado |
Do lado de dentro
Talvez isto não fique para a história, mas fica para mim. Sou pessoa de hábitos, e isso traz-me alguma serenidade. O que começa como brincadeira acaba por ter valor. Percebo que as coisas só ficam claras depois de escritas.
Gosto de juntar numa mesma página apontamentos que à primeira vista não se relacionam. Escrevo ao ritmo do pensamento, sem corrigir demasiado. E é assim que se passam as horas, entre palavras e silêncios. Há dias em que me apetece simplesmente escrever, sem assunto marcado e sem destino.
Coisas soltas que se ligam
Nada disto é grandioso, mas é verdadeiro. Deixo-me ficar, às vezes, apenas a observar. Nada disto é complicado, mas tudo isto me importa. Gosto de saber que, de vez em quando, alguém se revê nestas palavras.
Reparo em coisas que a maior parte das pessoas não vê, ou não tem tempo para ver. Há uma paciência nova em mim que se nota nestas linhas. Fico com a impressão de que tudo se encaixa quando paramos para pensar. Prefiro olhar para a frente sem esquecer o que ficou para trás.
Mais uma nota
É bom ter um espaço onde se pode pensar alto. Com o tempo, aprendi a não desprezar as ideias pequenas. É bom quando conseguimos nomear aquilo que sentimos. Comecei a escrever por brincadeira e acabei por levar a coisa a sério.
Para rematar
É bom ter um espaço onde se pode pensar alto. Há sempre um detalhe novo que me escapa na primeira vez. Fica a nota e a vontade de continuar. Apeteceu-me partilhar um conjunto de coisas pequenas que me andam pela cabeça.
Mais uma nota
Há assuntos que só existem quando começamos a falar deles. É bom quando conseguimos nomear aquilo que sentimos. Termino como comecei, sem grandes conclusões. Percebo que as coisas só ficam claras depois de escritas.
Para rematar
A vida é feita destas pequenas coisas que se somam. Às vezes basta mudar a ordem das coisas para que tudo faça mais sentido. Fico a olhar para o que fiz e ainda me surpreendo. Vale a pena guardar estas coisas num canto da cabeça.
Mais uma nota
Deixei-me ir e o texto tomou conta de mim. Talvez isto não fique para a história, mas fica para mim. Termino como comecei, sem grandes conclusões. Há dias em que me apetece simplesmente escrever, sem assunto marcado e sem destino.
E é isto, por agora.
