Gosto de partilhar aquilo que me passa pela cabeça quando o dia abranda e a casa fica em silêncio. Confesso que me deixo levar pelo entusiasmo, e talvez seja essa a melhor maneira de contar uma história. Fica então esta conversa sobre «Mais ideias do meu (para o seu) Natal», para ser lida com a leveza com que foi escrita.
Aquilo que faz a diferença
Nem tudo precisa de ter um propósito grandioso para merecer ser dito. A vida é feita também destas notas soltas que se vão somando. Gosto de juntar numa mesma página apontamentos que à primeira vista não se relacionam. Termino como comecei, sem grandes conclusões.
Fico contente com pouco, e isso permite-me escrever com liberdade. Sou pessoa de hábitos, e isso traz-me alguma serenidade. Prefiro olhar para a frente sem esquecer o que ficou para trás. São coisas pequenas, quase nada, e é por isso que as anoto.
Sem assunto definido
Há uma satisfação simples em arrumar ideias no papel. Comecei a escrever por brincadeira e acabei por levar a coisa a sério. Talvez seja simples, mas é verdadeiro. Há dias em que me apetece simplesmente escrever, sem assunto marcado e sem destino.
Há sempre um detalhe novo que me escapa na primeira vez. Fico a olhar para o que fiz e ainda me surpreendo. Há uma paciência nova em mim que se nota nestas linhas. Deixo-me ficar, às vezes, apenas a observar.
Um apontamento rápido
Percebo que as coisas só ficam claras depois de escritas. Reparo em coisas que a maior parte das pessoas não vê, ou não tem tempo para ver. Fico com a impressão de que tudo se encaixa quando paramos para pensar. Aos poucos, o conjunto ganha forma e um sentido próprio.
É bom ter um espaço onde se pode pensar alto. Deixei-me ir e o texto tomou conta de mim. Nada disto é grandioso, mas é verdadeiro. Escrevo ao ritmo do pensamento, sem corrigir demasiado.
A vida é feita destas pequenas coisas que se somam. Vale a pena guardar estas coisas num canto da cabeça. É bom quando conseguimos nomear aquilo que sentimos. E é o que basta, por hoje.
- Deixar o texto respirar uns dias
- Anotar as ideias antes que se percam
- Não levar a escrita demasiado a sério
- Voltar atrás e cortar o que sobra
- Partilhar sem esperar aplausos
- Escrever ao ritmo do que se pensa
Fica a promessa
Há assuntos que só existem quando começamos a falar deles. Talvez isto não fique para a história, mas fica para mim. Fica a nota e a vontade de continuar. Com o tempo, aprendi a não desprezar as ideias pequenas.
E assim o tempo passa sem que a gente dê por isso. Gosto de saber que, de vez em quando, alguém se revê nestas palavras. O que começa como brincadeira acaba por ter valor. E é assim que se passam as horas, entre palavras e silêncios.
Às vezes basta mudar a ordem das coisas para que tudo faça mais sentido. Apeteceu-me partilhar um conjunto de coisas pequenas que me andam pela cabeça. Não tenho agenda nem tempo certo, escrevo quando me apetece. Não me arrependo de nada, e isso já é uma boa notícia.
| Uma dúvida | Em aberto |
|---|---|
| Uma ideia | Anotada |
| Um apontamento | Guardado |
| Uma coisa simples | Resolvida |
| Assunto | Estado |
Aquilo que me chamou a atenção
Não sei se isto interessa a alguém, e sinceramente não me preocupa muito. Nada disto é complicado, mas tudo isto me importa. Sou pessoa de hábitos, e isso traz-me alguma serenidade. O que começa como brincadeira acaba por ter valor.
Apeteceu-me partilhar um conjunto de coisas pequenas que me andam pela cabeça. Fico contente com pouco, e isso permite-me escrever com liberdade. Escrevo ao ritmo do pensamento, sem corrigir demasiado. E é assim que se passam as horas, entre palavras e silêncios.
Uma coisa que ajuda o dia
Deixei-me ir e o texto tomou conta de mim. Há uma satisfação simples em arrumar ideias no papel. Não tenho agenda nem tempo certo, escrevo quando me apetece. Fico com a impressão de que tudo se encaixa quando paramos para pensar.
Reparo em coisas que a maior parte das pessoas não vê, ou não tem tempo para ver. Termino como comecei, sem grandes conclusões. Comecei a escrever por brincadeira e acabei por levar a coisa a sério. Há dias em que me apetece simplesmente escrever, sem assunto marcado e sem destino.
É bom ter um espaço onde se pode pensar alto. Fica a nota e a vontade de continuar. E é o que basta, por hoje. A vida é feita também destas notas soltas que se vão somando.
Mais uma nota
Fico contente com pouco, e isso permite-me escrever com liberdade. Fico a olhar para o que fiz e ainda me surpreendo. Fica a nota e a vontade de continuar. Às vezes basta mudar a ordem das coisas para que tudo faça mais sentido.
Para rematar
Deixei-me ir e o texto tomou conta de mim. Há assuntos que só existem quando começamos a falar deles. Aos poucos, o conjunto ganha forma e um sentido próprio. Fica a nota e a vontade de continuar.
Mais uma nota
Não tenho agenda nem tempo certo, escrevo quando me apetece. Apeteceu-me partilhar um conjunto de coisas pequenas que me andam pela cabeça. Aos poucos, o conjunto ganha forma e um sentido próprio. Reparo em coisas que a maior parte das pessoas não vê, ou não tem tempo para ver.
Para rematar
Talvez isto não fique para a história, mas fica para mim. Vale a pena guardar estas coisas num canto da cabeça. E é o que basta, por hoje. Fico contente com pouco, e isso permite-me escrever com liberdade.
Fica o apontamento, para o que der e vier.



