
De facto, Lisboa tem uma luz “do caraças”! Íamos de carro, a caminho do Chiado, e o Nuno (cameraman) sai-se com esta. E eu que ando sempre de máquina “a tiracolo” pus-me logo a fotografar, mesmo em andamento, prestando mais atenção à luz da cidade, única e sempre mutante, e que tantos já gabaram.
Branca não será, como dizem alguns, que a luz ganha a cor da tinta que veste os prédios, em conluio com a do céu que a protege, com a do Sol que a exalta e com a do Tejo onde fenece.


















