
Esta semana andei pela baixa pombalina.
Subi ao miradouro do triunfal Arco da Rua Augusta, para lhe conhecer a história de cento e quarenta anos e ficar mais perto do azul. Pensar que só há um é que a ele temos acesso!
Andei pela Praça do Comércio, Terreiro enquanto ali houve Paço, dos idos de quinhentos até aquela manhã de “Todos os Santos”, se bem que nenhum tenha ajudado, em que a cidade tremeu e foi engolida pela água e pelo fogo. Pensar que esta praça, das mais belas do Mundo, foi durante décadas um parque estacionamento!
Deixei-me ir para poente onde agora o passeio se abre ribeirinho e ali enchi os olhos de águas mansas.
E o coração do afecto de quantos a mim se chegaram. Foi “um dia e pêras”!















