Há dias assim…
Perco-me nos “souks”, dédalos misteriosos de ruelas, onde tudo se mercadeja. Muita é a quinquilharia, de brilho a estontear-nos, que até apetece comprar… sabe-se lá para pôr onde.
Perco-me nos “souks”, dédalos misteriosos de ruelas, onde tudo se mercadeja. Muita é a quinquilharia, de brilho a estontear-nos, que até apetece comprar… sabe-se lá para pôr onde.
Não me canso de o gabar. Gosto da sua virilidade e honradez. Gosto das gentes que o fazem, que até podem trocar os vês pelos bês mas não trocam a …
Deambulemos por entre árvores e plantas exóticas, sigamos o murmúrio refrescante das águas, ouçamos o diáfano canto dos pássaros e tentemos absorver a vibração e audácia das cores que Majorelle …
Dá gosto ver a destreza e talento com que as mulheres magrebinas tatuam, ainda que, efemeramente, a pele.
Aquilo é que foi uma choradeira pegada, nem eu escapei. Também o caso não era para menos: talvez não saiba, mas os concorrentes, a partir do momento em que entraram …
Gosta deste tecido? – perguntou-me um dia destes o Paulo, jovem e talentoso alfaiate (A-do-alfaiate), criador de alguns dos meus casacos.
A duas galas do final de “A tua cara não me é estranha” é assim que me enfarpelo.
I ACTO “Uma merda!” – disse eu da sobremesa da Margarida e, antes que caia o “Carmo e a Trindade”, recorde-se o contexto distendido e galhofeiro em que o fiz …
“Ó Manel aperta o laço Ó Manel aperta-o bem Que o laço bem apertado Ó Manel fica-te bem!…”