PARA ALÉM DO TEJO

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Não se enturva a mente de tristeza em se vendo tais lonjuras.

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Embebedo os olhos nas cores da planície.

Gosto do chão lavrado, à espera da semente. É a terra, sempre ela, a ditar o tempo e o trabalho.

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É hora de varejo. E do fruto, há-de nascer esse ouro líquido.

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As tardes já não se demoram e o poente surpreende-nos, quando não estamos a contar, magnífico… quase perfeito.

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Quase perfeito… se o fosse não quereríamos vê-lo de novo. Logo nos aconchegaremos num manto de estrelas.