
Gosto muito de champanhe. Direi mesmo que é a minha bebida preferida. Por ser vivaz, por ser da Festa. Por ser fruto de um aturado processo de fabrico que começa na vinha e termina em subterrâneas e mágicas caves.
Com ele celebro os momentos e as pessoas que me são importantes. Por isso o tenho como vinho de ritos e de paixões sem freio. Gosto da sua cor, ostensivamente, dourada, da sua fragrância e do seu sabor. Mas, como em tudo, não basta ser, neste caso, de Champanhe, região a 150 Km de Paris, para, só por isso, estar garantida a qualidade do vinho. Há mau ou desinteressante champanhe, como há mau vinho tinto ou branco.
Gosto dos que têm carácter, apesar do seu equilíbrio e delicadeza. Esses, até os bebo com lágrimas! As das grandes emoções.



