26 de Dezembro
8.00 horas
A cidade acordou pálida de tanto frio e alguma humidade, porém não nevou (ó que pena!). Ainda me lembro do nevão que no Natal de 2000 se abateu sobre Nova Iorque, paralisando os aeroportos por dois dias e eu embasbacado por nunca ter visto neve a cair. Costumo dizer que esse foi o melhor presente que alguma vez recebi, ainda por cima, vindo dos céus!

10.00 horas
No MoMA (Museu de Arte Moderna), para fruir de algumas das suas mais notáveis obras. Na impossibilidade de ver tudo, opto sempre, em qualquer museu, por escolher uma exposição temporária ou parte do acervo, ficando,assim, com vontade e motivos para voltar.

O banhista
Paul Cezanne

Natureza morta com três cachorros
Paul Gauguin

As meninas d’Avignon
Picasso

Noite Estrelada
Van Gogh

Parque
Gustav Klimt

A dança
Henri Matisse

Eu no meio das pessoas
12.00 horas
Na FAO Schwartz, ainda a mais famosa loja de brinquedos de Nova Iorque.
Nunca lá havia entrado, mas sempre tive ganas de o fazer, talvez motivado por alguns filmes, como o “Sozinho em casa 2”. E não é que me apeteceu criançar?




13.00 horas
A caminho do Metropolitan Museum embrenhei-me pelo Central Park, um oásis de mais de trezentos hectares no meio dos arranha-céus, também ele tantas vezes cenário de aventuras cinéfilas.








14.00 Horas
“One Met many worlds!”
Desta vez no Metropolitan, optei por uma exposição de bronzes americanos de entre 1850 e 1920. E não podia deixar de ver uma das suas atracções mais desejadas em cada quadra natalina: a sua árvore e o presépio barroco napolitano.


17.00 horas
Já a noite caiu sobre a cidade. A lua esconde-se entre névoas e penumbras. Por todo o lado milhares de pessoas e luzes, luzes da festa que já lá vai e da outra que ainda há-de vir e que mobiliza sempre meio milhão em “Times Square”. Confesso que “já dei para esse peditório”, pelo que tenho outros planos para a passagem de ano. Agora não vejo a hora de parar, que isto entre a avenida 44 e a 85 foi sempre a penantes, ida e volta, e a idade já não perdoa como se usa dizer. Mas isto sou eu a brincar, que entre Arte e descoberta, nunca os meus passos hão-de doer.




