As fotos do Rui Valido testemunham sempre a festa que é fazer o “A tua cara não me é estranha”, um programa que já leva sete edições e que mantém a mesma energia, como se de uma estreia se tratasse. Desta é uma gala especial de final de ano sem competição, tão só, e já é tanto, uma celebração entre ex-concorrentes e convidados, uma ocasião para cantorias, imitações e muita galhofa. Optou-se pelo gravado (seria impossível agrupar tais nomes num programa ao vivo numa noite em que as solicitações profissionais são muitas, que por mim não tenho problema, não ligo peva à passagem de ano podendo mesmo dizer que as que conservo na memória como especiais e emocionantes foram as que passei a trabalhar no Campo Pequeno, ao lado de Julia Pinheiro, em duas finais de “Uma canção para ti!” e como jurado de “Dançando e cantando por um casamento de sonho!”. Ufa! Que nome comprido! Só me lembro de um nome incomparavelmente maior numa peça de teatro a que assisti na Casa da Comédia, há um ror de anos, protagonizada pela Lia Gama: ”Ó papá, pobre papá, a mamã pendurou-te no armário e eu estou tão triste”. Vejam lá do que havia agora de me lembrar, mas isto das conversas… voltemos mas é à gala gravada como se um directo se tratasse, diz-se usando a expressão inglesa que é “live on tape” ou seja tudo seguidinho sem paragens. Assim se fez até ao momento que logo há-de coincidir com o dobrar do ano (dez, nove,oito… bom ano!), que é quando se molham de espumante, beijos e desejos. Depois ainda prosseguimos com a festa, por mais cerca de uma hora, driblando o cansaço com “disparates” e alegria à solta (e nisso não há quem bata a Cristina!), que a bem dizer naquela noite de gravação já íamos quase nas três da matina. Logo, se ficar por casa, aceite a nossa sugestão: juntos abraçaremos o novo ano, confiando nos planos que a Vida tem para cada um de nós. Que seja um ano feliz!



