“Nasci para ser gaivota!”

Há quem não lhes ache graça alguma sobretudo nas zonas ribeiras de alguns centros urbanos onde hoje em dia também nidificam, e lá terá as suas razões como essa de não conseguir descansar com o seu grasnar, já eu é das aves de que mais gosto, talvez por via de Luís Sepulveda e da sua “História de uma gaivota e do gato (Zorba) que a ensinou a voar”, um livro que li com emoção, e não propriamente pelo filme sensação de setenta “Fernão Capelo Gaivota”, a partir da obra de Richard Bach, que na altura até me fez chorar “baba e ranho” mas a esta distância não deixo de o considerar com uma espécie de fórmula pirosa de auto-ajuda, se bem que me agrade sempre quem vingue rompendo com o estabelecido, ao fim e ao cabo uma das mensagens da película.

A saída para o mar de Cascais na passada sexta-feira deu-me a oportunidade de as fotografar em pleno voo ou mesmo muito próximas de mim e este foi o resultado! E não é que são fotogénicas! Veja lá se gosta!