
A árvore é a mesma de há quinze Natais, tantos os anos que levo na casa de Fontanelas, a decoração é que muda sempre, se bem que nos últimos anos tenha optado por aproveitar alguns elementos de festas idas, acrescentando outros que acabo sempre por comprar. Só montá-la levou duas horas que esta é ainda daquelas que se constroem ramo a ramo. Acho que está na altura de a reformar e de a substituir por outra que dê menos trabalho, que as há.


Este ano recuperei uns pompons em verde e amarelo que usei na árvore de 2007 e ao abrir o caixote onde eles estavam guardados deparei-me com outros tantos “bouquets” de rosas, lembrei-me então que naquele ano tinham feito igualmente parte da decoração, pelo que decidi, dez anos depois, voltar a utilizá-los.

Depois fui buscar uns ramos soltos artificiais, como que para dar maior volume à árvore, que haviam sido já usados, com o mesmo fim, em 2015.


Tudo o mais é novo, em dourado e com muito brilho. Vestir a árvore da festa leva sempre umas três horas , não consigo fazê-lo por menos, tantos os elementos que a decoram e a distribuição criteriosa que deles faço por toda a superfície. Gosto de árvores de Natal bem cheias.

Falta o último toque: para mim dos mais especiais. Natal tem cheiro: o do fritos, o do musgo, o do frio, o da lenha, o da canela .., por isso pulverizo a árvore com um perfume de ambiente sendo que este cheira a pão de especiarias. Repito a operação de dois em dois dias e toda a sala acaba por manter, durante a quadra, o cheiro quente e doce do Natal.
Está feita a minha árvore de Natal de 2017! Gosta?








