meurice

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Também pudera, é o “Meurice”!
Foi um amigo que mo deu a conhecer, há já muitos anos, para um chá pelas cinco (a cidade leva-me a certos rituais) num salão ourado que me deixou embasbacado. Gosto da exuberância de ornamentos, nada a fazer.

Passei a ser cliente com alguma regularidade e, se bem que volta e meia arrisque outras bem sucedidas alternativas hoteleiras, acabo por a ele tornar. Por todo um glorioso passado, desde 1835 enquanto hotel estrelado, decorado ao jeito de uma casa aristocrática, marcado por muitos notáveis pintores, músicos e escritores que ali pernoitaram amiúde. O maior caso de fidelidade talvez seja o de Dali que no hotel ficava pelo menos um mês em cada ano. Ainda hoje se contam algumas das suas extravagâncias. E pela elegância do seu atendimento e serviço, sem que um e outro nos intimidem. Depois é ali mesmo ao lado do “Angelina”, onde me repito no chocolate quente (sobre tão calorosa bebida mais não digo porque já escrevi em outras vindas) e a dois passos do “Louvre”, da “Comédie Francaise”, e da “Ópera Garnier”, sempre imprescindíveis para uma escapada cultural.

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