Estavam para adopção estes dois irmãos de seis meses. Separar um do outro nem pensar e depois “ratoneros bodegueros” que são não vão dar descanso a qualquer rato ou cobricha que apareça intra-muros, lá no monte. A raça é muito popular na Andaluzia, de onde é originária, e é usada nas adegas (bodegas) com a mesma função, a de caçar os ratos que se escondem entre pipas. Ontem deu para perceber que não haveria problemas entre eles e o Poejo, o latagão do monte, se bem que este, inicialmente, tenha estranhado tão irrequietos minorcas. Hoje foi dia de passeio pelo pasto que a chuva miúda viçou de verde. E o fim de tarde fez-se de correrias, cabriolices e mimo. Estão apresentados o Tico e o Teco.



