

Gosto de cactos. E tenho-os no jardim. Espalhados em locais pensados, que nada deixo ao acaso. Pode ser num canto onde me sento com a tarde a ir-se, lendo um pedaço de prosa inspirada (confesso que poesia gosto é de a ouvir) e bebendo um chá fresco, que o tempo ainda o pede. E talvez tenha sido o calor deste fim-de-semana a estimular o seu nascimento… certo é que um deles me brindou esta manhã com uma flor de um rosa soberbo.
Obrigado Vida, que é disso que falo!




