De volta!

Andei longe … dentro de mim. As férias são isso: um tempo sem culpas, pela hora da levanta, pelo livro que se deixa a meio, pelo copo além da conta, pela gargalhada mais estridente, pela conversa solta … mas também um tempo de ficar quieto, ligado apenas ao que interessa: uma buganvília que avermelha, o sabor das amoras bravas, as lambidelas dos canitos, felizes por me terem, (também há o Poejo e com ele é tudo em grande, já a Pesqueirinha medra a olhos vistos, preparando-se para a aventura), o mar que tudo liga e tanto esconde, o poente que tudo oura, os pardais que acamam na glicínia que este ano não deu flor, as corujas que sinto guardarem a noite … na quietude aprendo os sons do silêncio, os cheiros da terra, os sabores da alma. É a Vida a milagrar!

De volta ao trabalho e à praça pública em que se tornaram as redes sociais, cada vez mais certo do que não quero!

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