
Ainda há duas semanas acabou uma série de “A tua cara não me é estranha” e já estamos de volta, agora ao domingo, se bem que para uma série mais pequena de galas especiais. Já está tudo gravado, mas a qualidade do que viu esta noite, e há-de continuar a ver nas próximas semanas, é inquestionável. Desta vez juntaram-se outros concorrentes, do melhor que o país tem e com provas dadas nas imitações que o programa exige, já que haviam participado em edições anteriores. Quando soube do novo lote de concorrentes, logo percebi que o programa continuaria a ser uma forte e competitiva aposta na luta pelas audiências. Amanhã saberemos do resultado desta, digamos que estreia, vencida pela Romana, que só não me surpreendeu com a imitação de Teresa Salgueiro porque me recordo do que ele foi capaz de fazer na série em que participou (quem esquece a sua Adele, por exemplo?).




Quanto às fatiotas, a Cristina optou por um longo preto da autoria do Nelson Lisboa, lindíssimo e primorosamente executado, como aliás é hábito em todo o trabalho deste jovem criador e sua equipa. Também eu fui de preto, com um casaco estampado de lapela larga. Feito uma vez mais pelo alfaiate Paulo Battista, como não poderia deixar de ser. Todos os fatos desta mini-série serão da sua autoria e esperem pelo arrojo dos tecidos que escolhi (vão dar que falar!). Este não paguei, confesso, não que tenha metido o calote, mas pelo facto do Paulo mo ter oferecido, como prenda de aniversário (chegou-me a quatro dias do Natal). De destacar nele alguns pequenos detalhes, que fazem a diferença, a nível do punho e da abotoadura. Juntei-lhe sapatos da mesma cor, mas cheios de brilhos, que já havia usado na gala de Natal da TVI de há uns três anos.







