
Aí está mais uma edição do MasterChef!
As gravações começaram hoje no Estádio Nacional do Jamor, com o “mega-casting” de 500 candidatos escolhidos de entre mais de 2.500 inscrições. Foram entregues cinquenta e uma colheres de pau, verdadeiro passaporte para a fase seguinte da eliminação, que é bom lembrar que serão apenas quinze os concorrentes a entrar na cozinha do MasterChef.
Foi divertido, com as claques nas bancadas puxando pelos seus candidatos e mandando bocas aos jurados, tipo: “Goucha faz-me um filho!” (como se eu tivesse tempo e inclinação).
Foi aconchegante, pelo reencontro com uma equipa de excelência a todos os níveis, de um profissionalismo e eficácia sem máculas (Shine Iberia).
Foi emocionante, por ir trabalhar de novo com dois chefs com talento e alma, e de quem muito gosto: Rui Paula e Miguel Rocha Vieira.
Foi desafiante, por tantos os candidatos que à nossa frente se perfilavam com as suas propostas culinárias é certo, mas também com as suas histórias de vida e os seus sonhos.
Não há programa televisivo sem eles e a grande maioria, claro, fica por este “mega-casting”. Por isso, é para eles, todos eles, que aqui fica o meu abraço de sincero agradecimento por esta jornada. Que cada um se cumpra, no que se desejar da Vida.
Afinal, até foi bom que o arranque do programa se tenha dado em Lisboa. Há negas que vêm por bem. Não fosse agnóstico, até arriscaria: “Deus (ou Rui Moreira) escreve direito por linhas tortas”. É que se no Porto, previsto inicialmente como cenário para o dia de hoje, “chovia a cântaros”, o que inviabilizaria todo e qualquer trabalho, no Estádio Nacional o dia esteve de feição, nem sequer chuviscou.
Não foi um arranque molhado mas tenho a certeza, pelo que vi e prevejo, que foi abençoado.
Temos programa!
Fotos do dia:




