Com os meus

Maio foi o que se viu, nem um dia de escape tive, afadigado que andei entre programas da manhã, reportagens à tarde, gravações ao fim de semana, fora as maratonas em parceria com a informação, e Junho não começou da melhor maneira, mas tudo já lá vai. Por isso não os via há um ror de tempo e é agora tempo de matar saudades. Manhã menina, que aqui mantenho o ritmo habitual de me erguer à seis, já os três terão feito patifaria e cabe-me depois apanhar os “cacos”, que no caso serão umas duas almofadas feitas em fanicos. Cachorros é no que dá! Entre lambidelas e cabriolices, assim se passa a manhã. Pelo meio do dia já a conversa é outra, que o calor aperta, espojados, à sombra, dão-me o sossego para ir namorar com as éguas. O verde imenso puxa-me para a contemplação mas não por muito tempo, que se entro em “torpor” acho que o carácter se desarma. Retempero-me sim lendo, rindo, pensando no tanto que tenho para fazer.

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