
Todos os anos é a mesma coisa: fina-se o Verão comigo já a pensar na árvore do Natal, que, necessariamente, terá de ser sempre diferente da anterior. Desta vez queria uma toda branca, mas não a encontrei com a altura desejada, que gosto delas a roçar o tecto, por isso lá saiu do sótão a verde de tantos natais, sem préstimo há três anos, já que nos últimos me pus a magicar árvores alternativas em esferovite, de ornamentos espetados, um a um, com arames e muita pachorra.



De branco a vesti, ao menos isso, que este ano cá em casa é a cor eleita, cor do bem, para celebrar a festa do Jesus pequenino e a minha também, se bem que o primeiro leve sempre a melhor. Gosta?



