Perco-me nas horas e fico olhando o verde que desponta às primeiras chuvas. Isto é chão que se veste ao ritmo do calendário. Pasto da borregada que cabriola, comigo a seguir-lhes o rastro, feito arremedo de pastor. Procuro os mistérios que a imensidão protege e na minha solidão encontro a paz.
Aqui toco o céu!
E sou ainda mais feliz! Do Alentejo quero ser!















