“Tens de ir, aquilo para ti é canja!” – perante isto eu sabia que acabaria por lá ir parar. Já sei o que a “casa gasta”, nem adianta protelar.
Confesso que gosto do concurso, é daqueles programas que, em estando em casa, acabo por ver e por tentar responder às questões que vão surgindo. E sim, acerto em muitas, muitas mesmo, mas em casa, sem a pressão do tempo, do receio de fazer figura de urso e sem uma apresentadora que tem o “sádico” condão de nos baralhar, tudo é mais fácil. E depois há temas e temas: de desporto em geral ou música moderna, por exemplo, népia, em geografia também tenho as minhas dificuldades. Os meus interesses são variados, mas não tão abrangentes quanto isso, contudo pelo que muito que observo, leio e escuto, há áreas em que me sinto perfeitamente à vontade, mas daí a saírem perguntas sobre história, televisão, teatro, música clássica, literatura … Será que posso contar com a Cristina? Está bem está, ela é brilhante na condução do concurso: olhe que semeia a dúvida na mais convicta das cachimónias! Digo eu, que passei pelo mesmo que muitos outros sem descortinar naquele seu imperturbável rosto sinal que fosse de que a resposta poderia estar certa ou errada. Tínhamos de conseguir (a Leonor Poeiras e eu), pelo menos, o prémio de sonho por nos parecer o suficiente para render uma boa maquia para a instituição escolhida, e depois logo se veria se continuávamos ou não. Andar na roda que nem um hamster também não é tarefa fácil, nem para a Leonor, nem para os bofes deste sexagenário, na altura ainda de ressaca do badalado piripaque. Afinal o que se vai passar? Tem de ver logo à noite … o que posso, por ora adiantar, são umas quantas fotos do programa e garantir-lhe muitas risadas. Lá isso ninguém nos tira: foi uma tarde de gravações muito divertida entre quem se quer bem. É que nem as palmistas do programa da manhã faltaram para dar apoio.






Se por ventura não conseguiu ver, aqui tem o vídeo:


