Foi a Dielmar a fazê-lo, à medida, para uma gala de Natal da TVI. Era o único a destacar-se na negritude dos demais, que nunca gostei de me sentir padronizado.
Mais tarde, voltei a usá-lo no Campo Pequeno, na final da primeira edição de “Uma canção para ti”, onde se sagrou vencedor o jovem Miguel Guerreiro (onde isso já vai!). Lembro-me, ainda, de o ter vestido para apresentar, ao lado da Cristina, a primeira entrega dos troféus TV7 Dias, no Teatro Politeama, e não terá sido essa a última vez em que com ele me ajanotei.
Usei-o com gravata, com laço ou sem pendurezas. Com camisas brancas, pretas, com folhos ou sem eles. Dei-lhe bom uso, pois então, pelo que já era hora de o largar, não fosse esta mania que me deu agora de apostar na reciclagem de umas quantas fatiotas. Por isso esta noite, habituado que está a galas e outras cerimónias televisivas, sobe uma vez mais a palco, desta garboso nas suas novas lapelas forradas a “pérolas” negras. Sete vidas tem este casaco!



