
Não me canso de o gabar. Gosto da sua virilidade e honradez. Gosto das gentes que o fazem, que até podem trocar os vês pelos bês mas não trocam a liberdade pela servidão.
Júbilo com as suas euforias, seja em noite de orvalhadas ou quando os dragões arrecadam mais um título, que do que gosto mesmo é de pessoas felizes. Património de todos nós, é celebrado Mundo fora como o melhor dos melhores.



Mas há um outro Porto, o dos fundos, que o postal não mostra. Decadente. Esquecido. A preto e branco. É uma outra cidade, cariada, que se esconde para lá da fachada que os prémios distinguem. Urge dela cuidar, que o que é daninho corrompe, destrói… até a mais invicta.



