É o azul livre do céu. O castanho da terra mexida. O amarelo e o roxo das flores que a atapetam. Searas trigueiras dançam ao ritmo da brisa. Há papoilas cor da raiva. O calor já não tarda para então deixar a planície ávida. Quando a noite desce sobre o mundo, ali acende-de um candelabro de estrelas.
Cada vez mais tenho a certeza que este será o meu chão.



