
O país desprezou-a levando-a a partir, mas o Mundo continua a render-se à grandeza do seu talento. Este fim de semana viu-se como, uma vez mais, em Paris, onde actuou com a Orquestra Sinfónica de Londres perante uma sala há meses esgotada. Eu estava lá, exultante por a saber nossa. Sempre quero ver que louvações lhe estarão reservadas, se ganhar o “Grammy” este ano, para o qual está de novo nomeada (para já não dizer, e espero que seja daqui a muitos, muitos anos, quando atingir a imortalidade). Que em matéria de hipocrisia, ninguém bate quem nos tem governado.


