Londrices

Não creio que a palavra exista, mas apeteceu-me inventá-la e nela cabe tudo quanto a cidade nos oferece, no seu dia-a-dia, tornando-a única, diferente e respeitadora. São instantes captados pelo meu olhar, meia dúzia que sobraram de entre tantos outros que já aqui anteriormente partilhei, mas que valem a pena pelo que encerram: a arte de rua, feita de homens-estátua, ou de tocadores, mas poderia ser de outros protagonistas entre mágicos, faquires, malabaristas e até tribunos ou palradores e a linguagem dos afectos sejam eles entre quem for…

A cidade a todos abraça. E eu, que até nem sou dela, quando a visito nunca me sinto estranho.
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