
Herança da Expo 98, a torre celebrando Vasco da Gama, continua lá, como jóia agora do Parque das Nações, sugerindo mastro e vela enfunada de uma embarcação à descoberta. Paredes meias, e quase acompanhando-a nos seus cento e quarenta metros de altura, nasceu ali o “Myriad”, unidade hoteleira de excelência, pertença da cadeia Sana. De frente para o estuário do Tejo tem nele o seu maior luxo, que não é todos os dias que podemos acordar como se navegássemos sobre águas mansas.
Poderia falar do seu SPA, que todos me dizem ser do melhor pelos serviços à disposição, seja hóspede ou não, mas mais uma vez também por quanto do último andar a vista abarca, mas pelo menos desta, que apesar de não ser muito dado a SPAS não os recusarei em momentos de grande cansaço, prefiro falar do acolho, já que enquanto gravo o MasterChef Júnior do lado de lá , aqui fico de um dia para o outro.
Gosto que me sorriam, que me tratem pelo nome e com palavras gentis. Gosto de gestos cuidadosos. Gosto da eficácia, do profissionalismo. Gosto de quem trabalha gostando. E tudo isso encontro neste hotel à beira Tejo.
O mais hei-de descobrir no pouco tempo que me resta entre gravações exuberantes em fins-de-semana apressados.
www.myriad.pt



