Coisa fétida essa da inveja que mina e destrói. Feita de falsidade e má-fé com a maledicência como primeiro e óbvio sintoma. É veneno que intoxica, procurando a fragilidade do invejado. A inveja é a negação do desafio, da descoberta, do conhecimento.
Inveja quem não suporta a diferença e o sucesso alheios, por isso o desejo de sufocar, de aniquilar.
É coisa rasteira e insidiosa, própria de quem não há-de medrar, concentrado que vive em descredibilizar o outro, quando é nele que pode encontrar o exemplo e o estímulo. A inveja é dos fracos, dos que fogem do confronto, por se sentirem antecipadamente derrotados. Sei-os , irremediavelmente, infelizes mas lá diz o povo na sua infinita sabedoria: quem nasce lagartixa nunca chega a jacaré!”


