
Perco-me nos “souks”, dédalos misteriosos de ruelas, onde tudo se mercadeja. Muita é a quinquilharia, de brilho a estontear-nos, que até apetece comprar… sabe-se lá para pôr onde.
Há salamaleques por tudo e nada, sempre na mira de se fazer negócio. E regateio, que é “arte” apreciada. É ver os preços a descer a pique e nós convencidos que levámos a melhor. Puro engano… Há batuques no ar, o dia todo, que só o chamamento para a oração consegue acalmar. E cheiros únicos… a rosas, flor de laranja, jasmim, camomila… a fundirem-se com outros que vêm das Índias. Estala algaraviada, entre os de cá e os de todas as partes, e eu feliz por me achar dentro. Há dias assim…










