Bem lhe disse que a gala de hoje era imperdível, tantas as diabruras ocorridas ao longo da noite para além da inquestionável qualidade das imitações. Mais parecia que estávamos endemoninhados, que aquilo a partir da actuação do Jorge Mourato foi um “ver se te avias” de disparates, potenciados pela boa energia que se sente em estúdio entre concorrentes, apresentadores, jurados e todos os que, não dando a cara, contribuem com o seu empenho nas mais diversas áreas de bastidores, como produção, realização, guarda-roupa, caracterização, câmaras….
Uma palavra de gratidão também para quantos assistem às gravações, claques e público avulso, alinhando na alegria e boa disposição que marcam mais esta série de “A tua cara não me é estranha”. Por isso, o primeiro lote de fotografias diz respeito a esses momentos: é que de tudo houve entre o strip do Toy, quedas e um super-homem de “trazer por casa”.








Agora sim, as fatiotas: a Cristina optou por um magnífico modelo longo do Nelson Lisboa, um jovem e talentoso criador que merece a nossa atenção. Preto e cheio de brilhos, por milhares de pedras que levava, cosidas à mão, era um primor de execução. Para não deslustrar, escolhi um smoking igualmente em preto mas estampado em amarelo torrado. Mais uma criação do Paulo Battista a partir de um tecido Holand & Sherry que escolhi quando me decidi pelo primeiro que usei na estreia desta série (se reparar, apenas varia na cor). P’rá semana há mais!













