Mais uma gala e vão três! Carolina Torres, para mim a grande surpresa da edição anterior, que não a conhecia de todo e fiquei fã pelo seu talento e humor, e Ricardo Soler, concorrente da série de duetos (aqui para nós a que mais gostei, mas isto sou eu que me pelo por ouvir cantar a duas vozes) regressaram à competição, sendo que este chegou, viu e venceu. Parabéns Ricardo.


Os meus próximos casacos, e faltam dois para acabar esta mini-série, têm em comum o facto de terem sido executados no atelier do Paulo Battista, mas isso já não é novidade, que a minha roupa por medida é toda feita por este jovem e talentoso alfaiate, e dos tecidos terem o génio de Christian Lacroix. São excessivos dir-me-ão, mas essa é a marca do criador. A casa Christian Lacroix foi fundada pelo próprio e Jean Jacques Picard há precisamente trinta anos (1987), tendo a sua primeira colecção de alta costura sido apresentada a 26 de Julho e logo com êxito retumbante. As colecções de Christian Lacroix traduzem o gosto do momento, podendo tão depressa apresentarem-se minimalistas como feéricas e opulentas. Os tecidos que escolhi para os casacos desta gala e da próxima, bem como para o smoking da última, inscrevem-se no lote da mistura de materiais, exuberante e sofisticado . Gostou deste? Então espere pelo próximo!







