


Se me vissem por aqui, diriam, agora sim, com justeza, que sou “nariz empinado”, já que também no alto encontro muito do que me agrada. Logo, ando sempre de narigueta no ar, à cata de todos os pormenores. Quando me dizem serem os parisienses arrogantes, respondo que gosto tanto da cidade que só tenho olhos e, pelos vistos, nariz para ela.




