Da alface ao mocho

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Contei-lhe aqui no sábado, mal chegado a casa, depois de uma manhã passada, e muito bem, no Museu Nacional do Azulejo, visita que recomendo, como fui seduzido por uma alface em cerâmica e como procurei saber mais da sua criadora, Tara Bongard. Pesquisando na net logo percebi tratar-se de uma escultora/ceramista de origem luso-inglesa a viver em Portugal com Sylvain, suíço de Genebra, também ele mestre na arte de modelar o barro, e por isso tentei que viessem ao programa mostrar um pouco do seu talento. Gosto de mostrar na têvê, e aqui também, o que de melhor se faz no nosso país nas mais diversas artes, porque elas me interessam e fazem-me melhor.

Esta manhã, pudemos ver em estúdio, um pouco do trabalho deste casal, fruto de observação e muita criatividade, tendo a natureza como maior inspiração. A mostra a todos encantou e logo alguns aprazaram uma ida ao sul, até Ferragudo, bonita vila de pescadores junto à foz do rio Arade, para visitarem, com tempo e olhos de ver, o atelier onde centenas de peças únicas habitam espaços íntimos e arejados pátios. Em cada uma materializa-se o destino de Tara e de Sylvain, esse de amassar o barro com a memória dos dedos e das emoções.

O gato e o mocho hão-de agora guardar o meu son(h)o!

www.studiobongard.com

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