A dúvida instalou-se quando o vestido chegou. “Será que não vou ficar como uma noiva?” – interrogou a Cristina, que uma coisa é parecer outra é ser. Após a prova logo se viu que não, assentava-lhe que nem uma luva mas não corria o risco de passar por nubente. E assim foi, branca e radiante, comigo de tinto, ou cor de vinho, dando uso a um casaco de gala, em jacquard, que tinha guardado há uns dois anos à espera de estrear. Branco, tinto (combinação feliz)… só faltou a jeropiga!












